domingo, 11 de dezembro de 2011

Idéias aleatórias.

Não foi Nietzsche, mas o bom senso quem matou Deus.

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O que você chama de Deus, de Demônio, eu chamo de acaso.

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O ser humano é incapaz de compreender e aceitar a própria insignificância perante o universo. Por isso cria os deuses, as religiões e a vida após a morte. No fim das contas, a eternidade é tão perturbadora quanto o simples e complexo nada.

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O ônus da prova cabe a quem afirma. Não é necessário um motivo para não acreditar em Deus, e sim uma evidência para acreditar.

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A religião, apesar de absurda, acaba por ser necessária: é uma das tantas formas de controlar as massas mais ignorantes.

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Ateísmo não é escolha, é descoberta.

Se uma pessoa é boa durante a vida, obedece as vontades do Senhor e não comete pecados, vai para o Céu no fim da vida.

Se uma criança se comporta durante o anos, faz seus deveres da escola e se alimenta direito, ganhará seu presente no fim do ano.

Acreditar em Papai Noel acaba por ser algo tão absurdo quanto acreditar em Deus (qualquer deus). A generosidade cristã, no fim das contas, não passa do egoísmo de salvar a própria alma do inferno.

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Independente de credo, raça ou classe social, o ser humano sempre compartilhará o ar, a morte e um pouco de hipocrisia.

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Comunismo é paixão. Quando jovens, desejamos mudar o mundo, até que finalmente nos deparamos com a conta para pagar no final do mês.

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O analfabeto político dá lugar ao oportunista político e ao ignorante político. O primeiro não odeia política, mas aproveita-se dela. O segundo é simplesmente usado sem saber o que está acontecendo, ou pelo menos acha que sabe. Assim nasce a direita conservadora e a esquerda falsa.

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